sábado, 15 de março de 2014

Novilíngua

O que é Duplipensar?

O que é Duplopensar?

Guerra é Paz;
Liberdade é Escravidão;
Ignorância é Força.

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Você nunca vai falar em aumento de tributação, vai falar em justiça social.
Você nunca vai falar em governo comunista, vai falar em governo de centro ou igualitário
Você nunca vai falar em censura, vai falar em democratização na comunicação
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Breve introdução exemplificativa....

De acordo com os comunistas, eles são progressistas e a direita é conservadora, ou reacionária.
O que isso quer dizer?

 Marx dizia que o fim inexorável da história é o comunismo(quer dizer então que ele já sabia o fim da história? eu pensei que ninguém sabia! veja que ridículo!), e, portanto, todos aqueles que contribuem para o comunismo são progressistas, todos aqueles que são contras, são reacionários, pois estão reagindo.

Eles poderiam ter tido isso de outra forma, mas ao dominar as universidades, escolas e a mídia, eles escolheram, para representá-los, uma palavra naturalmente positiva, qual seja, PROGRESSISTAS, e, para representar seus algozes, uma palavra naturalmente, inerentemente, negativa: "reacionário" ou "conservador".

"Para nós, os comunistas, ficamos com as palavras bonitinhas, para os nossos opositores, as palavras com uma carga naturalmente negativa.....E assim dominaremos mais facilmente o povão incauto"

Isso é um belo exemplo da aplicação da dominante novilíngua esquerdista.




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(clique com botao direito e abrir em nova aba para ampliar - faça isso em todas fotos)




Você conhece um idioma que a cada ano a população usa menos palavras do dicionário? Não, este não é o português falado no Brasil e sim a novilíngua.

Criado para o livro 1984, a novilíngua (newspeak no original) era o idioma oficial da Oceania. Em sua obra-prima George Orwell concebeu de modo visionário um futuro sombrio, uma crítica aos totalitarismos da época.

A Oceania de Orwell era um megabloco formado pelo atual continente da Oceania, as Américas, o sul da África e o Reino Unido, ou Pista de Pouso nº1 (uma crítica às relações da Inglaterra com os EUA). Os ingleses estariam fora do megabloco da Eurásia (Europa continental e países da ex-URSS) da mesma forma que hoje não adotam o Euro. Orwell não precisou ser vidente para projetar uma unidade européia sem a Inglaterra. O último bloco era a Lestásia, a união dos Tigres Asiáticos, China e Japão. Os três megablocos lutavam entre si por uma área chamada Quadrilátero em Disputa, basicamente, a região dos atuais países islâmicos.

Em sua distopia (uma anti-utopia), Orwell descreveu um mundo onde os indivíduos eram controlados todo o tempo através de teletelas (aparelhos que enviavam e recebiam imagens e sons) e do terror do estado totalitário. Pensando bem, a luta contra o terrorismo pode nos levar a este cenário em breve.

O controle dos indivíduos era feito com o controle do pensamento
. E o controle do pensamento só era possível com a redução do idioma. A novilíngua, criada para substituir o inglês, era de uso restrito. Poucos eram fluentes no idioma oficial. Entretanto, a influência da novilíngua empobreceu o inglês. Os cidadãos da Oceania falavam e escreviam um inglês reduzido. Quanto menos palavras as pessoas usavam menos elas poderiam ter pensamentos articulados, tornado-as vulneráveis às vontades do Partido.

A novilíngua eliminava os sinônimos e fundia as palavras. A redução do idioma tornava impossível pensar de forma diferente do que o Partido queria. Algumas palavras chegaram a ser adicionadas ao dicionário, mas apenas para que muitas deixassem de ser usadas. Por exemplo, a palavra “imbom” eliminava “ruim”, “péssimo”, “desagradável”, etc. As palavras se tornaram obsoletas na mesma proporção que o pensamento se tornava obsoleto.

A diminuição do idioma era uma das formas para tornar possível a transformação de tiranias em atitudes benéficas aos olhos da população. Para entender a utopia pessimista de Orwell é necessário entender como o idioma foi reduzido.

A cada edição, o dicionário diminuía de tamanho. Os revisores da 11ª edição se gabavam de que a nova edição tinha menos verbetes que a anterior. Ao comparar com a redução do idioma português a ficção se torna realidade. Este fenômeno é amplificado atualmente pelo uso do “internetês”, o português ultra-reduzido utilizado em programas de mensagens instantâneas, salas de bate-papo e em alguns blogs.

O internetês foi introduzido nas redes de televisão em março deste ano. Um canal de assinatura estreou uma sessão de filmes voltada para adolescentes com linguagem da internet. Nestes filmes são exibidas legendas com abreviações como “aki” (aqui), “cmg” (comigo) e blz (beleza) e aberrações como kerer (querer), 9dades (novidades) e xamar (chamar).

No mundo de Orwell o plano do Partido era tornar o inglês língua morta em 2050, sendo suplantado no megabloco pela novilíngua. A redução do idioma era essencial, pois reduzia o pensamento e impossibilitava as críticas aos interesses do Partido.

Mas que Partido é este? O Partido ou Ingsoc chegou ao poder após uma revolução liderada pelo Grande Irmão (Big Brother). Orwell imaginou 300 milhões de habitantes no megabloco da Ocenia divididos em três classes sociais. O Partido Interno, a elite que representava 2% da população; o Partido Externo, formado por funcionários secundários como o protagonista Winston Smith (13% da população); e a Prole que era a grande maioria (85% dos habitantes). A Prole… bem, a Prole só quer ser feliz e deixar a vida a levar.

O objetivo do Partido era suprimir a individualidade para se perpetuar no poder. A população mantinha a crença com eventos patrióticos, medo do inimigo e da vigilância constante através das teletelas.

Na novilíngua era possível construir a frase “O Grande Irmão é imbom” mas era impossível sustentar com argumentos da novilíngua esta frase. As palavras necessárias não estavam mais disponíveis. A novilíngua tinha um efeito devastador. Poderia afirmar que todos os homens eram iguais, mas não se podia afirmar esta frase, pois o único significado que restou para a palavra “igual” estava na impossibilidade de todos os homens terem o mesmo peso, altura ou cor de pele.

Em 1984 as pessoas já não escreviam. As cartas foram substituídas pelos cartões postais com frases prontas – não muito diferente dos “emoticons” dos programas de mensagens instantâneas, aquelas carinhas simpáticas que reduzem ainda mais uso do português e até do internetês no nosso mundo.

A novilíngua tornou-se presente após várias gerações. As palavras diminuíam na mesma proporção em que o poder do Partido aumentava. E o poder do Partido só estaria completo quando ninguém mais o contestasse, para isso, era necessário que todos falassem e pensassem em novilíngua.



Retirado do site:  http://duplipensar.net/george-orwell/novilingua-sua-nova-lingua.html (grifo nosso)





http://townhall.com/columnists/thomassowell/2013/05/08/words-that-replace-thought-n1588497/page/full
Segue abaixo tradução do autor do site espectatorinteressado.blogspot.com, do texto do Thomas Sowell:


 PALAVRAS QUE SUBSTITUEM PENSAMENTOS, de Thomas Sowell


Se alguma vez vier a ocorrer uma competição de palavras visando substituir o vocábulo "pensamento", "diversidade" deverá ser reconhecida como a indiscutível campeã mundial.

Não será necessária a mais ténue prova ou o recurso a um único passo de lógica, quando alguém escrever, com entusiasmo, acerca dos supostos benefícios da diversidade. A mera ideia de testar esta maravilhosa e mágica palavra contra algo tão desagradável quanto a realidade sugere algo de sórdido.

Se alguém perguntar se as instituições que promovem a diversidade 24 horas por dia conseguem obter melhores ou piores relações inter-raciais que as instituições que o não fazem, daí só poderá resultar para esse alguém ser tido por uma má pessoa. Apresentar evidências sólidas de que os locais obcecados com a diversidade têm piores relações inter-raciais é correr o risco de se ser rotulado de incorrigível racista. O pensamento livre não é livre.

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu que o governo tem um "interesse imperioso" na promoção da diversidade - aparentemente mais imperioso que a exigência constante da 14ª Emenda referente à "igual protecção" de todos perante a lei.

Como é que um país racialmente homogéneo como o Japão consegue ter uma educação de alta qualidade sem o ingrediente essencial da diversidade, para a qual existe, supostamente, uma necessidade "imperiosa"?

De modo contrário, por que razão a Índia, uma das nações etnicamente mais diversas da Terra, tem hoje um registo de intolerância intergrupal e de letal violência que é pior que o que existia no nosso Sul nos dias de Jim Crow [link]?

O simples acto de se colocarem tais perguntas faz com que surjam acusações de tácticas indignas e motivos demasiado rasteiros para serem dignos de resposta. Não que os crentes ferverosos da diversidade pudessem de qualquer modo responder.

Entre as palavras candidatas a tornar o pensamento obsoleto, logo após "diversidade", está a palavra "justo".

Aparentemente, todos têm direito a um justo quinhão da prosperidade de uma sociedade, seja trabalhando 16 horas por dia para ajudar a criar essa prosperidade, seja não fazendo mais que viver à custa dos contribuintes ou a depender da mendicidade ou do crime para arranjar uns quantos dólares.

Aparentemente devemos-lhes algo, simplesmente por nos podermos agraciar com a sua presença, mesmo que sintamos que poderíamos muito bem passar sem eles.

No outro extremo da escala dos rendimentos, é suposto que os ricos paguem a sua "justa parte" de impostos. Mas em nenhum dos extremos da escala dos rendimentos se define a "justa parte" como sendo um determinado número ou proporção, ou outra qualquer forma concreta. É apenas um sinónimo político para "mais", embrulhado numa sonoridade retórica moralista . Na realidade, "justo" significa apenas mais poder arbitrário para o governo.

Uma outra palavra que desactiva o pensamento é "acesso". Das pessoas que não conseguem satisfazer os padrões do que quer que seja, da admissão à universidade à concessão de um empréstimo hipotecário, frequentemente se diz que lhes foi negado o "acesso" ou a oportunidade.

Mas igualdade de acesso ou igualdade de oportunidades não é o mesmo que igual probabilidade de sucesso. Aos republicanos não lhes são negadas iguais oportunidades para votar na Califórnia, embora na realidade as hipóteses de um candidato republicano conseguir ser eleito na Califórnia sejam muito menores que as hipóteses de eleger um democrata.

Pela mesma razão, se a todos for permitido apresentar candidaturas à admissão na universidade, ou à concessão de um empréstimo hipotecário, e se as suas candidaturas forem todas avaliadas pelos mesmos padrões, então todos têm igualdade de oportunidades, mesmo se o idiota da aldeia tiver uma menor probabilidade de entrar na Ivy League [link] e alguém com um mau historial de crédito tiver menos probabilidade de que lhe emprestem dinheiro.

"Acessível" é uma outra popular palavra que serve como um substituto para pensamento. Dizer que todos têm direito à "habitação a preços acessíveis" é muito diferente de dizer que todos devem decidir que tipo de habitação ele ou ela consegue pagar.

Os programas governamentais de promoção de "habitação a preços acessíveis" são programas destinados a permitir a algumas pessoas que decidam que habitação pretendem e a forçar as outras pessoas - contribuintes, proprietários ou quem quer que seja - a absorver uma parte do custo de uma tomada de decisão onde estes não tiveram voz.

De modo mais geral, fazer com que diversas coisas sejam "acessíveis", de maneira alguma aumenta a quantidade de riqueza numa sociedade acima do que sucederia fossem os preços "proibitivamente caros". Pelo contrário, os controlos de preços reduzem os incentivos para produzir.

Nada disso constitui matéria transcendente. Mas se cada um não parar para pensar, não importa ser-se um génio ou um idiota. Palavras que impeçam as pessoas de pensar, reduzem até mesmo pessoas inteligentes ao patamar de idiotas.









Para se aprofundar no tema, não deixe de ler os seguintes sites:

http://www.alertatotal.net/2010/08/novilingua-e-duplipensar-do.html


http://acarajeconservador.blogspot.com.br/2010/01/novilingua-da-esquerda.html


http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2013/03/a-indisfarcavel-inclinacao-fascista-dos.html


http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/viewFile/203/204


http://sognarelucido.wordpress.com/2009/12/27/novilingua-e-a-praga-do-politicamente-correto/







quinta-feira, 13 de março de 2014

Formidável debate entre Luiz Felipe Pondé, Reinaldo de Azevedo, William Waack e Bolívar Lamounier, no programa Painel, da Globonews......

Pondé e Azevedo, como sempre, dando aula....

diversos temas importantes foram tratados.


http://www.youtube.com/watch?v=lwEUK8_E60k



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Recadinho do Leste Europeu aos Brasileiros



Deixe de preconceito!!!!

Nem todo membro de torcida organizada é retardado.

Veja por exemplo esse pessoal da Polônia que levou uma bandeira anti-comunista para o estádio.
 

http://www.youtube.com/watch?v=Fspyx7R1SVM



Nós, os brasileiros, temos muito a aprender com quem já experimentou(já foi vítima!) o socialismo.


Vamos ver o que o Povo do leste europeu pensa sobre ele?

Ao menos na maioria dos países civilizados, ninguém sairia às ruas com camisetas ostentando a suástica, sob risco de estar cometendo crime. Entretanto, não apenas o símbolo do nacional-socialismo de Hitler foi banido mundo afora, mas também o do comunismo, o qual já matou mais de 100 milhões de pessoas.

Vejamos alguns países onde é crime utilizar a foice e o martelo cruzados ou a estrela vermelha, símbolos do comunismo e do socialismo.

Polônia - Na Polônia não é mais possível os jovens andarem com camisetas de Che Guevara, pois em 8 de junho de 2010 entrou em vigor a lei que proíbe a exibição dos símbolos comunistas. O país foi um dos que mais sofreu com o Comunismo. Os historiadores Andrzej Paczkowski e Karel Bartosek afirmam que entre 1948 e 1956, a etapa mais dura da repressão comunista, dezenas de milhar de pessoas perderam a vida, foram presas, enviadas a campos de trabalho, ou para a URSS. A Polônia recuperou sua independência no ano de 1991.

Lituânia - Em 2008 a antiga república soviética da Lituânia, hoje membro da União Europeia, criminalizou a exibição pública de símbolos comunistas e nazistas. Em 1939, a Lituânia foi vítima do pacto Molotov-Ribbentrop, entre a Rússia Soviética e a Alemanha nazista, levando a ocupação e sua incorporação à União Soviética em 1940. A Lituânia perdeu 780.000 cidadãos como resultado da ocupação comunista, incluindo 275,697 deportados ou condenados aos gulags. O país restaurou a sua independência em 11 de Março de 1990.

Geórgia - O parlamento da Geórgia baniu em 2011 o uso de símbolos nazistas e comunistas no país. Durante o domínio soviético, 1500 igrejas foram destruídas, milhares de inocentes foram mortos na Geórgia ou enviadas para os gulags, onde a maioria morreu. Entre essas pessoas estavam notáveis representantes da cultura georgiana, como o escritor M. Javakhishvili, os poetas T. Tabidze e P. Iashvili e o cientista-filólogo Gr. Tsereteli. A independência da Geórgia foi proclamada em 9 de abril de 1991, porém a data nacional é 26 de maio, quando foi eleito o primeiro presidente.

Moldávia - A Moldávia condenou em 2012 os crimes do regime que governou o país na época em que o território fazia parte da URSS e proibiu o uso de símbolos do comunismo. Em 1991 a Moldávia tornou-se um Estado independente, o que desencadeou conflitos militares. Na primeira metade, em 1992, fizeram 1000 mortos e 130.000 deslocados e refugiados, envolvendo as tropas russas que intervieram sob o pretexto de estarem a proteger a minoria russa. No ano seguinte, os moldavos recusam a proposta de reunificação com a Romênia. - See more at: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/08/paises-onde-o-simbolo-do-comunismo-e.html#sthash.OqmL9VTT.dpuf

Ao menos na maioria dos países civilizados, ninguém sairia às ruas com camisetas ostentando a suástica, sob risco de estar cometendo crime. Entretanto, não apenas o símbolo do nacional-socialismo de Hitler foi banido mundo afora, mas também o do comunismo, o qual já matou mais de 100 milhões de pessoas.

Vejamos alguns países onde é crime utilizar a foice e o martelo cruzados ou a estrela vermelha, símbolos do comunismo e do socialismo.

Polônia - Na Polônia não é mais possível os jovens andarem com camisetas de Che Guevara, pois em 8 de junho de 2010 entrou em vigor a lei que proíbe a exibição dos símbolos comunistas. O país foi um dos que mais sofreu com o Comunismo. Os historiadores Andrzej Paczkowski e Karel Bartosek afirmam que entre 1948 e 1956, a etapa mais dura da repressão comunista, dezenas de milhar de pessoas perderam a vida, foram presas, enviadas a campos de trabalho, ou para a URSS. A Polônia recuperou sua independência no ano de 1991.

Lituânia - Em 2008 a antiga república soviética da Lituânia, hoje membro da União Europeia, criminalizou a exibição pública de símbolos comunistas e nazistas. Em 1939, a Lituânia foi vítima do pacto Molotov-Ribbentrop, entre a Rússia Soviética e a Alemanha nazista, levando a ocupação e sua incorporação à União Soviética em 1940. A Lituânia perdeu 780.000 cidadãos como resultado da ocupação comunista, incluindo 275,697 deportados ou condenados aos gulags. O país restaurou a sua independência em 11 de Março de 1990.

Geórgia - O parlamento da Geórgia baniu em 2011 o uso de símbolos nazistas e comunistas no país. Durante o domínio soviético, 1500 igrejas foram destruídas, milhares de inocentes foram mortos na Geórgia ou enviadas para os gulags, onde a maioria morreu. Entre essas pessoas estavam notáveis representantes da cultura georgiana, como o escritor M. Javakhishvili, os poetas T. Tabidze e P. Iashvili e o cientista-filólogo Gr. Tsereteli. A independência da Geórgia foi proclamada em 9 de abril de 1991, porém a data nacional é 26 de maio, quando foi eleito o primeiro presidente.

Moldávia - A Moldávia condenou em 2012 os crimes do regime que governou o país na época em que o território fazia parte da URSS e proibiu o uso de símbolos do comunismo. Em 1991 a Moldávia tornou-se um Estado independente, o que desencadeou conflitos militares. Na primeira metade, em 1992, fizeram 1000 mortos e 130.000 deslocados e refugiados, envolvendo as tropas russas que intervieram sob o pretexto de estarem a proteger a minoria russa. No ano seguinte, os moldavos recusam a proposta de reunificação com a Romênia. - See more at: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/08/paises-onde-o-simbolo-do-comunismo-e.html#sthash.OqmL9VTT.dpuf

Dentre outros...

O Povo Brasileiro, entretanto, muito romântico(ou ignorante) pensa que o comunismo é algo belo 
ou
então acha que o PT já deixou de ser comunista (apesar de manter íntima amizade com Cuba. Etc.)





Será coincidência tantos países do leste europeu terem proibido o socialismo?
Será que foi os ESTADOS UNIDOS que mandou eles proibirem? Não é os EUA o culpado de tudo para os socialistas?
Será que "todos os socialismos até hoje foram terríveis, mas o próximo vai dar certo!"? Você quer correr este risco?
Será que o PT não é mais socialista? A China também não ? Existe liberdade lá?





Fontes(retiradas do blog omarxismocultural.blogspot.com.br):




http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/08/paises-onde-o-simbolo-do-comunismo-e.html
http://www.communistcrimes.org/pt/Banco-de-Dados/Lituania/Introducao
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/parlamento-da-moldavia-proibe-foice-e-martelo-de-comunistas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Ge%C3%B3rgia
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/georgia/historia-da-georgia.php
http://imigrantes.no.sapo.pt/page2moldavia.html
http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=3621:-proibem-simbologia-comunista-na-polonia-&catid=99:batalha-de-ideias&Itemid=113
http://port.pravda.ru/mundo/19-06-2008/23289-simboloscom-0/
http://advivo.com.br/blog/luisnassif/proibicao-de-simbolos-nazistas-e-comunistas-na-georgia
http://gladio.blogspot.com.br/2010/06/proibicao-de-propaganda-e-imagens.html
- See more at: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/08/paises-onde-o-simbolo-do-comunismo-e.html#sthash.OqmL9VTT.dpuf


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A Confissão de Hugo Chavez



Que tipo de hermenêutica pode ilidir uma confissão tão sincera como a de Hugo Chavez neste vídeo?


http://www.youtube.com/watch?v=BRW-fdcaMfM
(cole o link no navegador)



O vídeo começa com o Hugo Chavez indignado com morte de Raul Reyes, um dos grandes cabeças das FARC.


E, a partir do minuto 02:50, ele começa a falar que o conheceu pessoalmente...

Um pouco depois, lá para o minuto 03:37, ele começa a falar que no encontro do Foro de São Paulo de San Salvador, ele conheceu Lula e Raul Reyes  em uma "Mesa de Trabalho" (03:54)

Ou seja:

 Hugo Chavez confessou que as Farc participam e trabalham no Foro de São Paulo, junto com o PT.

Todavia, o PT nega!

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,coordenador-da-campanha-de-dilma-nega-elo-do-pt-com-as-farc,597130,0.htm






Pq o PT precisa negar a sua íntima relação com as FARC?


Pra quem não sabe o que é o Foro de São Paulo, é fundamental ver estes dois links:


Post do Felipe Moura:

http://www.felipemourabrasil.com.br/2013/06/conspiracao-e-o-foro-que-te-pariu-o.html

Palestra da Graça Salgueiro:
http://www.youtube.com/watch?v=n9VxhtbynQg




sábado, 8 de fevereiro de 2014

Multiculturalismo


Nicolas Sarkozy, David Cameron e Angela Merkel declararam que o multiculturalismo fracassou em seus países.
O Ministério Público Federal é um defensor do multiculturalismo.




Quem está correto, a Verdade Absoluta ou o politicamente correto?

A brutal realidade da expansão muçulmana na Europa ou o discurso bonitinho do Parquet?

Não seria a hora de o MPF rever suas diretrizes quanto ao tema do multiculturalismo? Será que existe mesmo independência funcional?


Quem tem razão, Angela Merkel, David Cameron e Nicolas Sarkozy ou Deborah Duprat?

Perceba que Duprat não tem o menor receio em admitir a influência comunista em seu pensamento, pois cita abertamente em seus textos grandes comunistas como Jürgen Habermas, da Escola de Frankfurt, e Eric Hobsbawn, como você pode ver aqui:



http://6ccr.pgr.mpf.mp.br/documentos-e-publicacoes/artigos/documentos-e-publicacoes/docs_artigos/o_direito_sob_o_marco_da_plurietnicidade_multiculturalidade.pdf


Como sou bonzinho, não vou entrar na questão do infanticídio indígena neste post, talvez em um post futuro - vamos focar no multiculturalismo.












Entenda a relação do multiculturalismo e a Escola de Frankfurt e, portanto, com o comunismo:




O problema em alguns outros países:



http://www.freerepublic.com/focus/news/3013028/posts



6% da Holanda é islâmica!





Mais vídeos sobre o tema:





http://www.youtube.com/watch?v=XxSnhLIoPGg

http://www.youtube.com/watch?v=WRHfLayTOsw


http://www.youtube.com/watch?v=p43K0_5lzbk

http://www.youtube.com/watch?v=ipGpAUKJtzI

http://www.youtube.com/watch?v=H-eNXWtXRQI (A fraude do Multiculturalismo)





Por fim, para quem se interessou, uma importantíssima palestra de um grande especialista no assunto,o Filósofo Olavo de Carvalho sobre o Totalitarismo Islâmico e suas "táticas":

https://www.youtube.com/watch?v=gXsVp2q1tjs






quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Parabens Paraguai!

Como brasileiro, apesar de opinar sobre tudo e sobre todos, não aguenta ler mais do que 2 parágrafos, e minha excelente professora de português ensinou que devemos nos adaptar ao interlocutor, terei que fazer posts menores.




O Paraguai, único país não dominado hoje pelos socialistas em toda América do Sul, teve, em 2013, um crescimento econômico de 14.1% ... Enquanto o Brasil teve 0,9% e 2.2%, nos últimos 2 anos.


É evidente que se pedirmos a opinião de um socialistão, como Guido Mantega, ele, fazendo uso da hermenêutica do satanás, vai escrever 150 páginas pra justificar isso, citando muita empulhação... conjectura internacional.... menor população.... historiografia...escola de frankfurt... antonio gramsci.....  Blah, Blah, Blah.......


mas prefiro ficar com São Tomas de Aquino: “Contra factum non argumentum est"






FONTES:


http://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2014/01/23/paraguai-descola-do-brasil-e-tem-3-maior-crescimento-do-mundo-em-2013.htm


http://www.douranews.com.br/component/k2/item/72038-paraguai-fechou-2013-com-terceiro-maior-crescimento-mundial-141-contra-22-do-brasil


http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3159746/por-que-paraguai-cresceu-2013-enquanto-brasil-segue-desacelerando


http://www.patheos.com/blogs/markshea/2010/07/fuzzy-academic-ethics-and-alternative-magisteria.html


http://veja.abril.com.br/noticia/economia/pib-brasileiro-decepciona-e-fica-abaixo-de-1-em-2012



domingo, 15 de dezembro de 2013

Vou me filiar a um partido comunista


Resolvi me filiar a um partido comunista, entenda a verdadeira razão:

Decidi me filiar a um partido comunista. Depois de muito relutar, cheguei a conclusão que devo contribuir, por uma razão de obrigação moral, com a política e exercer minha cidadania.

Ainda não decidi qual será o partido, talvez o PSOL, PCdoB, PSTU, PCB ou PT, mas, desde já, peço seu voto, caso um dia me veja na propaganda eleitoral.

Meu projeto de governo é muito simples: eu assevero que, no máximo em 250 anos, vou trazer o paraíso para a Terra. Tudo que peço em troca é um pouco de paciência, pois você há de convir que não se trata de uma tarefa simples. Talvez eu precise restringir seus direitos fundamentais, tais como mitigar o princípio da legalidade, a livre manifestação de pensamento, liberdade de consciência, intimidade, vida privada.

Em relação ao direito a propriedade, não posso prometer que vai ser garantido, mas caso seja, só se atingir a função social. O que é função social da propriedade? É um conceito bem aberto e prometo que será delineado no caso concreto, de forma isenta, ad hoc e post factum, por magistrados comprometidos com nossa causa!

Advirto, desde já, que, para dirimir eventuais omissões do novo ordenamento jurídico-comunista, poderei precisar criar um Tribunal de Exceção, mas garanto que será pautado no bem da coletividade em detrimento do indivíduo.

Há outras importantes ressalvas que devo fazer: talvez eu precise privar opositores dos seus direitos por motivo de convicção filósofica ou política, talvez eu precise criar um tipo penal do nada, por uma portaria ou decreto, se algum opositor fizer algo que eu não goste. Se for opositor, mesmo se já civilmente identificado, será necessário proceder a identificação criminal...

É possível, na realidade quase inevitável, que haja uma grande crise produtiva nos primeiros anos, nos quais estaremos nos adaptando e alguns milhões de pessoas morram de fome, mas, como disse Lênin: “É preciso dar um passo para trás, para dar dois passos para frente.”. Talvez ocorra o que acabou de acontecer em 2013 na Venezuela: falta de papel higiênico, mas vou plantar mandar plantar muitas urtigas.

Por fim, talvez eu precise violar domicílios, cartas, comunicações telefônicas, telemáticas. Talvez precise matar alguns opositores, mas tudo em prol do paraíso que lhe assevero que teremos, em, no máximo, 250 anos. Talvez você já não esteja mais vivo, mas pense sempre no coletivo, nas gerações vindouras. Não seja egoísta!

Como tenho tanta certeza que, em no máximo 250 anos, conseguirei trazer o paraíso para a terra? Simples: nunca parou para pensar que o pessoal da Babilônia sabia explicar, melhor que nós hoje em dia, a influência dos astros em fenômenos do nosso dia a dia? Acha mesmo que tudo isso se perdeu? Eu detenho um conhecimento gnóstico que foi mantido em segredo por sociedades secretas, desde a Mesopotâmia e Egito Antigo, repassado apenas paulatinamente para os iniciados de grandes mestres como Aleister Crowley, Anton LaVey, Helena P. Blavatsky, Eliphas Levi, Alice Bailey, Manly P. Hall, David Spangler, Benjamin Creme, Albert Pike e outros, conforme evoluem de grau em grau, que será capaz de aniquilar o pérfido demiurgo que comanda este mundo. Conhecimento é poder. Acha mesmo que quem detem o poder iria querer passar o poder para qualquer um?

Como diria o Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgina Mufunga: “Aguarde e confie!”